TELECOMUNICAÇÕES · RECEITA ≈$850 MI · CLIENTE DO GRUPO SOB NDA
De pilotos soltos a 300 processos e uma escola interna de RPA.
Uma operadora móvel e digital tinha alguns robôs funcionando e nenhuma forma de transformar isso em programa.
300+
processos automatizados
60 mil
horas economizadas por ano
>200%
de ROI do programa
ANTES
Automação existia como iniciativa isolada de área: cada time descobria por conta própria o que valia a pena robotizar, sem método comum, sem governança e sem ninguém somando o resultado.
DEPOIS
Mais de 300 processos em produção, 60 mil horas de trabalho devolvidas por ano e ROI acima de 200%. A empresa montou um centro de competência interno e uma escola de RPA para formar gente própria.
COMO FOI
- ETAPA 1
Diagnóstico do que já existia
Mapeamento dos robôs em uso, do que estava parado e do que cada área tentava resolver sozinha.
- ETAPA 2
Método único de priorização
Critério comum de horas, risco e complexidade para decidir o que entra na fila — em vez de quem pediu primeiro.
- ETAPA 3
Escala do programa
Produção contínua de novos processos, com governança central de execução, log e acessos.
- ETAPA 4
Autonomia do cliente
Centro de competência e escola interna: o time do cliente passou a construir e sustentar boa parte dos robôs.
“Parou de ser projeto de TI. Virou uma fila de processos que as áreas disputam.”
Head de Transformação Digital
Telecom · cliente do grupo
Mesmo processo, com os seus números.
Duas semanas para descobrir o que isso devolveria.